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A vida é passageira. Então, viva!

O acidente na Mogi Bertioga, tiroteio na boate Pulse nos EUA, a morte de uma cantora de 22 anos por tiros disparados por um rapaz e milhares de jovens que perdem as vidas e nunca nem temos notícias.

Tudo isso me fez lembrar, imediatamente, de anos atrás quando uma vizinha/amiga morreu aos 17 anos por causa de uma meningite. Foi tudo tão rápido e estávamos retomando contato, depois de anos sem nos falarmos. Ela era atenciosa, alegre e linda. Ela sentiu mal à noite e do nada, se foi.

E você deve estar se perguntando: o que uma coisa tem relação com a outra?

Sempre fico muito impressionada quando leio notícias como estas que vimos no último final de semana (e sei que há muitos outros piores e aqui no Brasil e no mundo, etc) relacionadas à jovens que perderam suas vidas por seja qual for o motivo. Tão novos, tão cheios de vida, tantas experiências e desafios para vivenciarem e por questões de minutos, todos os planos e sonhos morrem e…poderia ter sido eu. Entende?

A vida já me ensinou muitas coisas, assim como também me protegeu e me livrou de outras. E tudo isso só reforça como a minha vida é frágil e rápida e como muitas vezes gastei e gasto tempo e energia em coisas… insignificantes. Que não vão fazer com que eu viva mais e melhor.

Se nós tivéssemos a real noção do quanto a nossa vida é passageira, que cada segundo pode ser o último, lutaríamos muito mais por aquilo que realmente importa para nós. Enfrentaríamos os nossos medos e viveríamos a nossa melhor versão, em qualquer lugar e com qualquer pessoa. Talvez pensaríamos duas vezes antes de perder oportunidades de ser e fazer outras pessoas felizes.

Por isso, hoje, gostaria muito que você refletisse: se você soubesse que tem apenas 24 horas de vida, o que você faria? E se não sabemos quando morreremos, o que isso muda para agir dessa forma a partir de agora? 😉

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