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Ansiedade: mal dos tempos modernos e como encaramos isso

Eu sofro com o meu alto nível de ansiedade desde que me conheço por gente. Já passei por muitos altos e baixos, psicólogos, psiquiatras, terapeutas, homeopatas, etc.

O mais curioso é ter conhecido e visto muitas pessoas ao longo deste caminho que não admitiam também o que sentiam e o quanto isso fazia mal à elas. Eu, particularmente, sinto como se fosse um ‘atraso’ de vida, pois sofro com antecipação sobre tudo e não deixo as coisas fluírem naturalmente. Sou perfeccionista e exigente por natureza, então a ansiedade é “normal”, mas com essa demanda e mudança de informações tão rápidas como tudo acontece hoje em dia, nos tornamos mais desesperadas pelo o que não conseguimos absorver, pelo futuro que não nos é certo, por tudo!

E o que eu tenho aprendido:

1) Não é com qualquer pessoa que posso me abrir a respeito, pois há um certo ‘pré conceito’ sobre a ansiedade ainda. Não parece, mas tem. Já fui chamada de louca por um “amigo” quando pedi ajuda. Acreditem.

2) Não há cura, mas há meios de amenizarmos (e muito) a ansiedade.

3) Observar os sintomas é o início para identificar o nível de ansiedade. Quando e por que ficamos agitados? No que estava pensando quando tive insônia esta noite? Como a minha ansiedade afetou a minha rotina?

4) Tentar meios alternativos para aliviar a ansiedade. Exercícios físicos, meditação, yoga, lutas, chás, homeopatia, etc. Tudo isso para manter a mente e o corpo em equilíbrio e só testando você saberá o que melhor funciona no seu organismo.

5) Manter a mente ocupada. Já ouviram aquele ditado “Mente vazia, oficina para o diabo”? Pois bem, isso aumenta ainda mais a nossa ansiedade, mas a mente muito agitada também prejudica o dia a dia e até o sono. É necessário um equilíbrio.

6) Tenha sempre um caderno ou bloco de anotações próximo à você. Não sei se isso acontece com vocês, mas quando tenho insônia, por exemplo, escrevo tudo o que estou pensando, como se eu estivesse esvaziando minha mente. A ansiedade diminui e volto a dormir ou a fazer minhas atividades.

7) Procure ajuda. Por mais que eu tenha listado os itens acima, eu sempre busquei ajuda num profissional, amigos ou família. Com vários tropeços, identifico o que é melhor para mim em cada momento ou situação. Então, não siga sozinho nessa jornada. Todo mundo precisa de ajuda alguma vez na vida. E não tenha vergonha disso!

Se eu consigo fazer tudo isso sempre? Não. Se eu estou 100%? Não e acho que nunca estarei, pois como disse, não há cura. Mas gostaria de compartilhar com vocês algumas coisas que tenho percebido ao longo dos anos, que podem ajuda-los a identificar o que estão sentindo e procurar os meios certos para alcançarem o equilíbrio.

Espero e torço para que consigam!

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