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Como as emoções afetam as finanças

Atualizado: 25 de mar.

Já começo este post com um questionamento:

“Mas o que Planejamento, Organização e Dinheiro têm a ver com emoções?”

TU-DO!

Já ouviu dizer na sequência: penso, sinto, ajo?


Por mais que tudo tenha início num pensamento, o quanto nos conhecemos, o nosso acolhimento e autocontrole sobre as nossas emoções são os que vão guiar as nossas decisões e ações. E isso se aplica essencialmente quando falamos de Finanças!


Quem nunca teve um dia de cão, passou em frente à loja e viu algo que chamou a atenção ou tem aquele item de desejo na vitrine e pensou “Quer saber? Eu mereço”, entrou na loja e comprou?


Outro atual exemplo: nessa época, em que vivemos um momento de readaptação, voltando a socializar, os gastos com os encontros são maiores: para evitar aglomerações, fazemos mais encontros com um menor número de pessoas. E independente se o encontro for em casa ou não, o gasto com comida é praticamente inevitável, já que, culturalmente falando, socializamos na companhia de uma boa comida. E entenda que isso não tem nada a ver com caro ou barato.


Reencontrar as pessoas, depois de tanto tempo, envolve um misto de sentimentos e sensações. Não é só sobre as pessoas, é também sobre sair de casa, sobre lugares que nos sentimos mais confortáveis diante da atual situação, sobre visitar lugares que amávamos ir antes da pandemia começar e conhecer novos, porque “ninguém sabe como vai ser o dia de amanhã”.


E se colocarmos um valor, um gasto para cada item acima, você concorda que, sem planejamento e organização financeira, podemos facilmente gastar parte da nossa renda e no final do mês, olhar para a nossa conta bancária e pensar…?

“Para onde foi o meu dinheiro?”

A Organização Financeira permite trazer clareza dos seus hábitos e como isso impacta as suas finanças de maneira que o dinheiro possa trabalhar para você a vida toda e não o contrário.


Sou adepta à organização sem técnicas engessadas como o famoso 70/30 (guardar pelo menos 30% da sua renda mensalmente), pois numa crise econômica que vivemos, por exemplo, muitas famílias sobrevivem com um salário mínimo completamente incoerente com o custo de vida atual.


Porém, acredito que podemos acolher os nossos anseios e angústias, entender nossos hábitos e gastos, organizar e evoluir sempre para que, a cada mês, a situação financeira melhore e a liberdade financeira seja muito mais palpável e por fim, alcançada.


E é isso que eu gostaria de voltar a compartilhar aqui: sobre educação financeira, mas a partir do acolhimento das nossas emoções e como lidamos com isso para, então, tomarmos melhores decisões.


Você concorda que as emoções impactam nosso bolso? Me conta nos comentários ou nas minhas redes sociais o que você acha. Vou amar essa troca!