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[Indicação de Leitura] A Doença de Estarmos Constantemente Ocupados

Estudos recentes comprovam: estamos vivendo uma doença social.

Reclamamos tanto que nos falta tempo para fazer o que queremos e quando queremos, mas não desaceleramos esse ritmo frenético de fazer, ter e assim, ser.

Sim, pois esse é o novo julgamento social que enfrentamos: quanto mais fazemos e/ou temos, mais somos. E isso deveria ser inadmissível!

E é isso que me faz ver o quanto as pessoas estão cada vez mais perdidas, questionando suas escolhas e os seus caminhos, mas acho que, em muitos casos, nem fizeram escolhas erradas, mas a sobrecarga de emoções e ações é tão grande que nada mais satisfaz.

Por isso, recomendo a leitura abaixo da Paula Costa que faz um alerta para, não só nós adultos, mas para as crianças também. É um alerta que deve ser levado à sério!

Eu mesma me pego, muitas vezes, conectada ao celular, enquanto o meu marido assiste uma série e ele gostaria que tivéssemos esse momento juntos. E dou toda a razão para ele quando ele reclama para eu largar o celular. Não precisamos estar ocupados o tempo todo, mas estamos e não, não podemos continuar assim.

Então, o que você vai fazer a partir de hoje para não estar ocupado, mas sim, tornar o seu dia a dia produtivo? Ocupar-se é diferente de Produzir, lembra? (Link no vídeo AQUI) 😉

A doença de estarmos constantemente ocupados

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