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O direito da mulher na escolha do parto

Acompanhando o trabalho de parto de uma querida amiga, comecei a refletir sobre um assunto muito pessoal para a mulher: a escolha do tipo de parto.

Minha amiga ficou umas 19 horas em trabalho de parto num hospital público da Capital/SP para quando a médica chegasse, enfim, a colocasse no soro para indução do parto, pois a dilatação demorou muito para ocorrer. Sim, após 19 horas de muita dor!

Você pode estar pensando: “Os médicos estão lá. Eles devem saber o que fazem”. Será? 

Só a mulher conhece o seu corpo e suas limitações. Quantas já não ouvi que queriam pelo menos 2 filhos, mas depois de passarem tantas horas num sofrido trabalho de parto, desistiram da ideia?

O parto é um momento muito importante para a mulher. Por que não fazer disso o menos traumático possível? Mas muitos médicos e enfermeiros, principalmente da nossa saúde pública, nem se importam com isso.

Não estou aqui para dizer qual parto é melhor ou não. Essa decisão só cabe à VOCÊ, pois você, junto a(o) sua(seu) obstetra, poderá analisar as suas condições, os tipos de partos, conversar com o(a) seu(sua) parceiro(a) sobre a decisão e fazerem isso valer até o fim!

Para todos os profissionais dessa área e para as mulheres que dizem que “parto normal não é esse sofrimento todo, não” e “as nossas avós e mães tiveram tantos filhos e nem fizeram esse escândalo todo“, um recado: cada mulher e cada corpo reagem de uma maneira diferente. E é impossível fazer esta comparação do presente com o passado, sendo que a comida e a qualidade de vida mudaram. Ou seja, nosso corpo também mudou muito.

RESPEITEM A OPINIÃO E DECISÃO DE CADA MULHER! 

#aprendizado #históriasdavida #mulher #questionamento

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