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Sua Casa. Sua Mente.

Antes mesmo de ler o post abaixo da Thais Godinho (Vida Organizada), eu já pensava sobre quem eu sou com base no que eu tenho (ou não). Depois de ler, então, ficou mais claro o que isso significa para mim.

O que essa foto do Steve Jobs em casa significa para mim

Há muitos anos, quando eu morava com os meus pais, eu comprava muito mais e sem tantos critérios como eu tenho hoje. Sempre controlei bem as minhas finanças, mas hoje percebo que eu poderia e posso viver com menos.

Até porque, ter menos coisas é o mesmo que me preocupar menos também, já que a minha ansiedade aumenta proporcionalmente à quantidade de coisas que eu preciso fazer. E sim, isso vale para qualquer coisa ou situação.

Passei a escolher muito mais o que eu compro, não só com relação às roupas, mas principalmente, itens da casa. Não só pela crise em si, mas porque eu entendi, finalmente, quem eu sou: eu sou muito ansiosa e gosto muito de praticidade. Ou seja, quanto mais simples, melhor.

Então, você consegue imaginar que até tento decorar o meu apartamento, mas não consigo. Primeiro, porque penso demais antes de comprar qualquer coisa. Segundo, porque logo imagino como será a limpeza (não só a que eu faço, mas se a minha diarista também dará conta de tudo) e funcionalidade no dia a dia. Terceiro, preguiça.

Sim, admito que é muita reflexão para pouca ação, mas é só na hora da compra. Depois, desencano. Às vezes, a (falta de) decoração em casa até me incomoda um pouco, por causa das visitas que recebo e, muitas vezes, sabem decorar as suas casas. Mas, depois, paro para pensar que são essas pessoas que fazem questão disso. Não eu. Então, qual o sentido de não fazer as coisas do meu jeito no meu próprio apartamento?

Tenho noção que, por exemplo, o extremo da minha praticidade pode levar à impaciência. Por isso, preciso encontrar o equilíbrio entre o sou e o preciso fazer. Mas, num geral, esse modo como tenho escolhido viver tem me ajudado muito. Para você ver como pequenas coisas podem interferir nosso dia a dia.

E com esse compartilhamento todo é que eu te convido, hoje, a refletir: olhe a sua casa ou o seu quarto ou as suas coisas. Qual a impressão que você tem disso? O que isso reflete: quem você é, quer ser ou precisa ser? E como isso impacta o seu dia a dia?

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